Revista de Estudios Brasileños núm. 14

Consulte o último número da Revista de Estudios Brasileños.

A Revista de Estudios Brasileños alcança o número 14, superando assim cinco anos de vida editorial. Desde o último número até este, o mundo se viu sacudido pela maior crise desde a Segunda Guerra Mundial, derivada da expansão global do vírus que causa a covid-19. Dois dos países mais afetados pela pandemia foram, precisamente, a Espanha e o Brasil, onde se publica esta revista. Diante das alarmantes cifras de contágios, doentes e vítimas mortais, foram lançadas medidas que afetaram quase toda a população pelas consequências sanitárias ou pelas graves consequências econômicas que os diversos graus de confinamento tiveram na maior parte dos países afetados. Mesmo que não tenha sido possível publicar neste número nenhum texto relacionado com o tema, por causa do décalage temporal causados pelos call for papers e os trabalhos de editoração, é nossa intenção publicar em breve um número especial que permita uma análise inicial do impacto da pandemia no Brasil, com destacados especialistas na matéria.

O número que o leitor tem entre suas mãos, correspondente a janeiro de 2020, tem um protagonista: Gilberto Freyre. Dedicado ao autor pernambucano, publica-se um interessante dossiê coordenado pelo Prof. Dr. Ángel Espina Barrio (professor titular de Antropologia da USAL), Dr. Mário Hélio Gomes Lima (diretor de Memória, Educação, Cultura e Arte da Fundação Joaquim Nabuco/Ministério de Educação, Recife, Brasil), e Pablo González Velasco (doutorando em Antropologia ibero-americana pela USAL).

Neste número a REB nos apresenta duas entrevistas destacadas, uma de José Manuel Santos com a historiadora brasileira Maria Fernanda Bicalho e outra de Pedro Dallari com o economista boliviano Enrique García.

Na seção geral foram selecionados uma série de artículos com temáticas diversas que abordam questões como as representações do comércio de rua em Debret, Freyre e Cecília Meireles, a configuração da identidade do Brasil nos textos de Oliveira Vianna e Sergio Buarque de Holanda, a segregação nas cidades brasileiras contemporâneas ou a escravidão em Belém do Pará durante o período colonial. Fechamos o número com uma seção “Varia” na qual Pablo González Velasco apresenta interessantes dados sobre as origens brasileiras de Américo Castro; e Fernando Toda com o testemunho direto e fotográfico de Eduardo Toda, sobre sua passagem por Brasília, quando a capital estava em plena construção. Esperamos que os leitores possam disfrutar destes novos conteúdos com saúde e superando pouco a pouco a difícil situação que vivemos.

Consulte aqui o número completo.

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