O Centro de Estudos Brasileiros acolhe a exposição “Barco de Fogo”

Esta quarta-feira, 17 de junho, às 11:00 horas, o Centro de Estudos Brasileiros inaugurou a exposição “Barco de Fogo”, composta por 30 impactantes imagens do fotógrafo brasileiro Márcio Garcez, segundo autor dos selecionados no programa de Residência Artística de 2015.

g-barco17.06.2015

Esta quarta-feira, 17 de junho, às 11:00 horas, o Centro de Estudos Brasileiros inaugurou a exposição “Barco de Fogo”, composta por 30 impactantes imagens do fotógrafo brasileiro Márcio Garcez, segundo autor dos selecionados no programa de Residência Artística de 2015. A mostra recolhe o processo de fabricação e escenificação do Barco do Fogo, principal espetáculo das festas de São João da cidade de Estância (Sergipe/Brasil). O trabalho documental de Garcez, que registrou os bastidores desta manifestação cultural popular, revela os processos de manufatura dos artefatos, os espaços de produção e apresentação, assim como a matéria-prima (o bambu), o trabalho e a técnica de seus produtores.

As imagens formam parte do trabalho do fotógrafo e artista sergipano que, ao longo de mais de vinte anos, documentou com experiência, sensibilidade e técnica a cultura popular brasileira. A exposição conta com a colaboração da antropóloga e professora da Universidade Federal de Sergipe Rosana Eduardo e da pedagoga e presidente da Sociedade Austro Brasileira de Educação – PAPAGAIO, Vanessa Tölle.

A mostra estará aberta ao público no Palácio de Maldonado até o próximo 31 de julho. Toda a informação e algumas fotografias estão disponíveis em Salamanca24horas, Salamancartvaldia, a Gaceta de Salamanca e Radio TV Castilla y León.

Compartir

Relacionado:

O prazo para submissão de propostas de projetos expositivos está aberto até 30 de abril de 2027.
A Sala de Reuniões do Reitorado acolheu o primeiro encontro de patronos da Fundación Cultural Hispano Brasileña de 2026.
O protagonista desta nova edição da coluna BioBrasil é o vencedor da 8.ª edição do concurso de relato breve do CEB.
Cofundador do Instituto de Estudos Avançados da USP e autor de obras fundamentais sobre a história e a cultura do Brasil, deixa um legado