João Guimarães Rosa. Un exiliado del lenguaje común

Este livro, resultado das jornadas literárias celebradas no CEB em outubro de 2015, pretende ser uma nova contribuição ao estudo da obra de um autor complexo e muito pesquisado, especialmente no Brasil, mas também em outros países: João Guimarães Rosa (Cordisburgo, Minas Gerais, 1908 - Rio de Janeiro, 1967).
icocubiertaTítulo João Guimarães Rosa. Un exiliado del lenguaje común
Autor Rivas Hernádez, Ascensión (Ed.)
Editorial Ediciones Universidad de Salamanca
ISBN 978-84-9012-765-0
Edición2017
Colección Et Caetera [EC], número 54

Este livro pretende ser uma nova contribuição ao estudo da obra de um autor complexo e muito pesquisado, especialmente no Brasil, mas também em outros países. Ao longo do livro, se aborda o estudo sobre a obra de João Guimarães Rosa (Cordisburgo, Minas Gerais, 1908 – Río de Janeiro, 1967) é abordado a partir de diferentes perspecticas, um escritor que, como indica Carlos Nejar, “foi, acima de tudo, um genial poeta que não se satisfez com rimas, nem com o tamaño regular do poema, transpôs os litorais da prosa, as montanhas da ficção, os ríos selvagens das metáforas, domou os cavalos dos géneros, dobrou as colinas da sintaxe, colheu as pedras do cosmos, alargou o ritmo das ondas, [e] poetizou o romance que mudou de rostro”. Marco Lucchesi abre a obra  com um poético texto no qual a obra do mineiro dialoga com a dos mais importantes autores da Literatura Universal para mostrar como todos eles formam uma rede de redes  porque formam parte da História da Cultura. Sem abandonar o enfoque comparativo, os diferentes narradores de Saraganase são analizados, a linguagem poética em Rosa e Euclides da Cunha, busca-se traços budistas em Grande Sertão: veredas, compara-se a obra magna do escritor de Minas com os Romances espanhóis, com os Romances de cavalaria ou com outro livro universal, Quijote de Cervantes. Inclusive, a obra propõe uma leitura do grande romance rosiano a partir da perspectiva de Walter Benjamin e também comenta algumas adaptações para o cinema dos textos do escritor. A obra de Rosa que mais estudos reune nestas páginas é, sem dúvida, Grande Sertão: veredas, mas também SaraganaBuritiManuelzão e Miguilim, “Meu tio o iauaretê”, “Os chapéus transeúntes”, “Páramo” y la correspondencia del autor mereceram a atenção dos pesquisadores. Neste link pode baixar o índice da obra.

 

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O protagonista desta nova edição da coluna BioBrasil é o vencedor da 8.ª edição do concurso de relato breve do CEB.
Cofundador do Instituto de Estudos Avançados da USP e autor de obras fundamentais sobre a história e a cultura do Brasil, deixa um legado