A USAL traz novas chaves para compreender a resistência ao reformismo de Felipe III no Brasil colonial

O historiador José Manuel Santos analisa, em uma pesquisa minuciosa, o período-chave em que a autoridade espanhola tentou corrigir desordens administrativas e abusos contra a população indígena no Brasil do século XVII.

O historiador José Manuel Santos analisa, em uma pesquisa minuciosa, o período-chave em que a autoridade espanhola tentou corrigir desordens administrativas e abusos contra a população indígena no Brasil do século XVII.

As conclusões de 15 anos de investigação em arquivos de quatro países confirmam as práticas de corrupção identificadas pelos inspetores reais enviados aos territórios ultramarinos, semelhantes às “rachadinhas” da política atual.

Nesse contexto, José Manuel Santos — professor da área de História da América da USAL, diretor do Grupo de Pesquisa Brasilhis (História do Brasil e do Mundo Hispânico em perspectiva comparada) e do Centro de Estudos do Brasil da Universidade de Salamanca — publicou recentemente um estudo inovador no qual revela “as raízes da corrupção no Brasil no início do século XVII e demonstra como, plenamente consciente das desordens na administração, a autoridade espanhola, sob as ordens de Felipe III, tentou combatê-las em vão por meio de ambiciosos programas de reforma, que encontraram forte oposição por parte dos colonos portugueses”, explica à Comunicação USAL.

Leia a notícia completa na Comunicação USAL.

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